terça-feira, 26 de julho de 2011

NASA confirma que não estamos sozinhos..

A existência de vida em outros planetas tem sido sempre um mistério sem resposta. Além de casos de suspeita de discos voadores, figuras inexplicáveis ​​no chão da Terra e depoimentos de fãs, nada e ninguém poderia até hoje, atestam que não estamos sozinhos no universo. A recente descoberta pela NASA coloca a questão em discussão com informações detalhadas.
Quinta-feira, 24 fevereiro, 2011 | Autor: Santillana Galarreta Pamela | Exibições: 5108

É o primeiro censo realizado pela NASA planetas na Via Láctea, e com ela a evidência científica de que a vida poderia existir em outros corpos celestes. Segundo dados preliminares produzidos, há pelo menos 50 bilhões desses corpos em nossa galáxia a cerca de 500 milhões de planetas estão em uma área onde poderia haver vida, porque as temperaturas não são tão extremas.
Estes planetas, como a Terra, estão localizados em uma área com condições climáticas e temperaturas semelhantes ao nosso mundo, tornando mais provável que a vida existe. A informação foi acionada pelo finder planeta Kepler, construído pela NASA (agência espacial EUA).
O chefe da missão de busca, Kepler William Borucki, explicou que até agora o telescópio tem encontrado candidatos a planetas onde a vida 1,235 poderia existir e, embora a missão principal não é estudar cada objeto que você encontrar, é, dar uma idéia de quantas planetas na galáxia pode ter, especialmente aqueles que se assemelham a Terra.
Conforme explicou, uma de cada duas estrelas têm planetas e um em 200 tem planetas na zona habitável. Não se esqueça, por exemplo, no caso do Sol, há muitos corpos celestes espaço circundante, formando o sistema solar que nos mantém vivos.
Esta descoberta tem ampliado os horizontes de tão magnânimo. Até recentemente, sabia-se que havia pelo menos 100 bilhões de estrelas em nossa Via Láctea, e hoje esse número triplicou. Sem considerar se falarmos apenas da nossa galáxia, onde os cientistas estimam que há como 100 milhões.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Astrobiólogo diz ter encontrado evidencia de vida extraterrestre


O astrobiólogo da Nasa, Richard Hoover, afirmou ter encontrado evidências de vida extraterrestre em um meteorito, segundo estudo publicado neste sábado na revista científicaJournal of Cosmology. De acordo com Hoover, ele teria encontrado microfósseis similares a cianobactérias existentes em uma classe extremamente rara de meteoriotos, o CI1, encontrado em áreas remotas do planeta, como Antártica, Sibéria e Alasca.
Para Hoover, o estudo pode permitir a implicação de que a vida está em todos os lugares e que a vida na Terra pode ter surgido a partir de corpos vivos em outros planetas. Segundo Rudy Schild, pertencente do centro de astrofísica Harvard-Smithsonian e editor-chefe do Journal of Cosmology, em comunicado oficial, a análise atenciosa de Hoover fornece provas definitivas de que existe vida microbial em corpos do universo, sendo que alguns destes podem inclusive proceder a origem da Terra e até mesmo do Sistema Solar. "Estas bactérias fossilizadas não são contaminantes para a Terra. São restos fossilizados de organismos vivos que existiram em corpos celestes similares aos deste meteoro, como cometas, luas e outros", destaca o artigo.
Em declarações ao canal de televisão norte-americano Fox News , Hoover afirmou que este campo de estudo não é amplamente explorado porque muitos grandes cientistas afirmaram que é impossível. A publicação ainda convidou mais de 100 especialistas e 5 mil cientistas para revisarem e opinarem sobre o artigo, devido à "controvertida polêmica que pode gerar este descobrimento", afirmou Schild.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

A vida será rara em nosso Universo?

Recentemente os astrônomos encontraram no Universo a presença de mais de oitenta planetas, exteriores ao Sistema Solar, o que reforça a certeza de que no Cosmos pode haver inúmeros astros e aumenta a possibilidade de se encontrar planetas como o nosso, igualmente habitados. Ou seja, torna-se mais viável a existência de ambientes que preencham os requisitos necessários para o florescimento da vida. Por isso, um Astrobiólogo pode ser um biólogo trabalhando com um organismo capaz de sobreviver na Antártica, mas transpondo seus resultados para saber como tal organismo sobreviveria em Marte ou Encélado (lua de Saturno). Ou um astrônomo estudando como a radiação de diferentes estrelas interage com um planeta e possibilita que se formem as primeiras moléculas necessárias para a vida, como os aminoácidos",